Comecei vendendo na empresa do meu pai quando tinha 14 anos. Na real, eu não vendia — eu tirava pedido. Cliente chegava, pedia, eu anotava. Achava que era vendedor. Não era. E demorei pra perceber que a diferença entre tirar pedido e vender é um abismo.
Em 2011 fundei a empresa que hoje é a Pona. CNPJ 16.693.165/0001-52, o mesmo até hoje. Começou como G5SEO — uma agência digital full: criação de site, SEO, Google Ads, Meta Ads. Era onde eu aprendi na prática que existe engenharia por trás de marketing que funciona — não era sorte, era processo. O cliente pensava "nossa, vocês têm um dom pra isso". E a gente não tinha dom nenhum. Tinha checklist.
Com o tempo, o que os clientes mais pediam era ajuda no comercial. Eu via a mesma cena em todos eles: empresário genial no produto, operação refém do humor do vendedor estrela, do fundador na call, da sorte do mês. O marketing entregava lead, e metade dos leads se perdia dentro de casa. Ali eu percebi que minha tese tinha mais tração em vendas do que em mídia digital — e aí a empresa evoluiu pra Pona Aceleradora de Vendas. Mesmo CNPJ, razão social nova, foco novo. Consultoria e mentoria em estruturação comercial B2B e B2C.
Em 14 anos eu já atendi mais de 1.200 empresários. Viu tudo. Produto de R$80 até ticket de R$50k. Indústria, SaaS, eventos, limpeza, fretes B2B, redes de proteção, fisioterapia animal (pois é), estética. Em todos, a história se repete: o problema raro é geração de lead. O problema quase sempre é conversão dos leads que já têm.
Ao longo desse caminho, também atuei como head comercial em grandes projetos — entre eles o Real Deal, empresa do David Braga. E fui presidente do BNI Cerâmica por 1 ano — na minha gestão, o grupo foi o top 1 de toda a região do grande ABC. Rodar operação ativa por dentro e presidir uma rede de empresários é o que me dá visão de quem pilotou, não só de quem consultou.
Hoje, além da Pona, tô escrevendo o próximo livro — o primeiro, O Vendedor e o Garimpeiro, já tá na Amazon.